Valorize-se

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

 


Não importa para onde vou, porque tu estás sempre comigo. Eu sinto-te. Às vezes, quando a saudade começa apertar e começa a me magoar, fecho os olhos e vejo-te, depois tento tocar-te, mas a tua imagem evapora-se. Fico, então, de novo só. O corpo vai ficando sem forças e os olhos perdem o brilho.

É nestas alturas que me sinto a morrer, mas, por sorte, logo vejo a minha imagem e o meu corpo a ressuscitar. Abraço-me. Ganho forças para sair do abismo em que entrei e tento aprender a caminhar sem cair, mesmo que, por vezes, tenha que tropeçar.

(Anderson Rodriguês / Lëemon)

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