
Canto baixinho só para eu ouvir. Porque hoje me dói a voz e o desejo de ser quem não sou. Um dia, quando puder escrever fim, no livro da minha vida, há páginas que se rasgarão de tanta coisa errada, de tantas lágrimas que já suportaram, na luta pela paz. Uma por uma, as folhas irão cair e deixarem-me morrer. E, seja onde for, haverá sempre uma memória de um ser que queria morrer e voltar a nascer, para ter outra vida e, assim, escrever-se uma nova história. E seja como for, mesmo que eu não seja um vencedor eu lutei pelo que eu quis.
(Anderson Rodriguês / Lëemon)









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